Construir portfólios de investimento sólidos e resilientes é o grande desafio para todos os gestores e investidores; o desafio se torna mais complicado quando o contexto em que os mercados operam é altamente volátil e incerto. A SURA Investments compartilha as estratégias-chave para diversificar, mitigar riscos e orientar o crescimento dos portfólios de investimento.
A diversificação continua sendo o pilar fundamental de qualquer estratégia de investimento.
“Um portfólio bem diversificado reduz a exposição a riscos específicos e permite que os investidores capitalizem oportunidades em diferentes setores e geografias”, explicou Mauricio Guzmán, chefe de Estratégia de Investimentos na SURA Investments. A esse respeito, ele destaca que, em 2025, os ativos tradicionais, como renda fixa e variável, continuam a desempenhar um papel importante, mas os investidores também podem encontrar oportunidades em ativos alternativos, particularmente nas áreas de infraestrutura, energias renováveis e tecnologia.
De acordo com dados da SURA Investments, o investimento em tecnologia e energias limpas cresceu 35% no último ano, demonstrando uma tendência crescente em direção à sustentabilidade e inovação. Em um mundo onde a digitalização e a transição energética são inevitáveis, ter uma exposição equilibrada nesses setores é fundamental para um crescimento financeiro sólido.
Outro aspecto chave na construção de um portfólio eficiente é a mitigação de riscos; estratégias como cobertura contra inflação e flutuações cambiais tornaram-se essenciais para proteger o capital dos investidores.
“O contexto atual nos obriga a ser mais seletivos e prudentes na alocação de ativos. A chave está em combinar análise de dados com decisões informadas, mantendo a flexibilidade”, acrescentou Mauricio Guzmán.
A geografia também desempenha um papel essencial na estabilidade de um portfólio. Os mercados emergentes continuam oferecendo oportunidades de crescimento, embora exijam uma abordagem estruturada para mitigar riscos associados à volatilidade e mudanças regulatórias. Em 2025, estima-se que a América Latina crescerá a um ritmo de 2,5%, com setores como infraestrutura, consumo e energia liderando o desenvolvimento econômico regional.
Por fim, uma estratégia de investimento de longo prazo deve incluir a capacidade de adaptação às novas tendências e disrupções do mercado. A incorporação de inteligência artificial e automação nos modelos de investimento permitirá otimizar a tomada de decisões e melhorar a eficiência na gestão de ativos.